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EDP e Iberdrola adiam projetos de construção de barragens
2014-04-16
A EDP
decidiu adiar em quatro anos a entrada em funcionamento da barragem do Fridão, cujo investimento está
avaliado em 300 milhões de euros, e a Iberdrola prepara-se igualmente
para rever o projeto da central do rio Mondego e adiar a conclusão das
barragens do Alto Tâmega.
No
caso da EDP e da barragem do Fridão, o seu adiamento foi revelado no parecer da Entidade
Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) ao plano de investimentos na rede elétrica proposto pela REN. A REN, empresa que
gere as redes de abastecimento energético do país propunha um investimento de
mais de mil milhões de euros nos próximos anos, dos quais uma fatia
significativa serviria para ligar a rede elétrica a novas
barragens, que afinal vão ser adiadas. No caso da Iberdrola,
que tem a seu cargo a barragem do Rio Mondego, e as barragens do Alto Tâmega, a
ERSE aconselhou que no primeiro caso o investimento fosse revisto, e que no
segundo, tendo em conta que as obras de conclusão passaram do ano de 2015, para
2020, o regulador propôs, no parecer sobre
os investimentos da REN, que “o adiamento dos projetos
destinados à receção de produção das centrais hidrelétricas” fosse analisado. |

